segunda-feira, 13 de maio de 2013

EMIRIANO ROCHA & CANDIDA ANDORINHA Tempo de Amar (Tempo de AmarII)

TEMPO DE AMAR, como já referi, impulsionou o meu inicio no campo da poesia assim como testemunha minhas primeiras formatações ... no entanto foi também uma sequela de poemas sobre Amor Vivido e partilhado a dois ...

- Tempo de Amar II É um dueto lindo que certamente te irá tocar  *;;) olhar 43

 

TEMPO DE AMAR II
Emiriano Rocha
 
Tempo de Amar ...
Ou Amar por um Tempo???
 
 
Quando um amor Vem  e Vai
Como as Marés se esvai
Assim como se aproxima, Se Afasta ... 
E até um Adeus ... um baixa-mar???
 
Tempo de Amar
é Viver O Momento
É Viver Afinal ... é quanto Basta!!!
 
É Nos Dar
Sentir o Teu alento
é Nos entregar
Absorver tua Boca num Momento
Nos afeiçoar
Nos acarinhar
Nos enlear
Sem pensar no Limite desse Tempo
 
  Tempo de Amar
é Te sentir ... Te Abraçar
Teu sorriso Alimentar
E Aquele Presente Disfrutar
Sabendo que
No outro dia Outro tempo será
Outro amar nos despertará
Outro sonho nos alimentará
 
E quando ...
Ao segurar Tua mão ...
sentir a tristeza de Teu olhar
Ambos observaremos que ... O Tempo passa ...
desvanece ... mas nunca apaga ...
 
 
Daquele ultimo beijo resguardaremos
A Romantica harmonia
Que um dia alimentamos
e jamais esqueceremos
 
E Quando a Sós ...
A Saudade nos afagar...
Quando de novo o frio te fizer tremer
nos surpreendendo intensa necessidade de amar
Um sorriso de ternura não resistiremos libertar...
 
Aquela lareira juntinhos ...
Em pensamento iremos de novo acender
e seu fogo irá nos aquecer
Num Sonho ... Numa Ilusão ...
Num Beijo ... Num Sentimento ...
Num adoçar de Nossa Solidão.
 
Emiriano Rocha
 
TEMPO DE AMAR…
Cândida Andorinha
 
Agora eu sei
E cada vez mais
A vida me ensina
Que um tempo ela tem
Um tempo de Amar
Um tempo de Dar
Um tempo sem limites
Um tempo infinito
Um tempo ímpar
Belo e bem amargo
Quando mal tratado
Abandonado…
Nunca esquecido!
 
 
A vida sem parar
Exige o passado "fechar"
Sentido procurar
No legado deixado
Desse "Tempo de Amar"…
 
Tempo…
Que nunca há-de voltar!
Tempo que no presente
Se mascára, me ilude
E um vazio maior deixa
Acrescido da certeza
De nunca mais voltar…
 
Melhor é guardar
Essa doce recordação
Melhor que sentir
O vazio da ilusão.
 
Cândida Andorinha

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